29 de jan de 2010

o golpe de misericórdia

Certo dia saindo para praia numa cidade chamada Viamão, onde o trânsito é complicadissímo, por que reune em seu tráfego as pessoas que voltam para casa, onde a maioria trabalha em Porto Alegre e mora em Viamão, com as pessoas que se dirigem ao litoral sul, que compreende várias praias por um mesmo trajeto.

Ocorreu comigo um fato curioso, eu dirigia devagar pela avenida, onde todas as placas indicam 60km/h e a via é controlada por radar móveis e fixos e todo o motorista com bom senso quando anda numa estrada destas, tem cautela e foi o que fiz andando devagar (60km/h).

Um cidadão muito nervoso começou a me xingar de vários nomes, quando conseguiu me ultrapassar, e entendi que ele queria que eu desce a pista para ele passar mas não tinha como, o movimento intenso da via a tensão e os "pardais" ao longo da trajetória não permitem essa correria que ele queria fazer e se colocou a minha frente com seu "possante" e me condenou por estar andando a velocidade máxima permitida na via.

Diminuiu a velocidade drásticamente, fazendo com que eu também diminuisse a velocidade do meu "cascudo" retendo eu e todo o fluxo atrás de nós, acredito que isso tenha feito ele feliz e por algum motivo acha que me causou a mesma raiva que ele teve da minha atitude cautelosa e então o golpe de misericórdia foi que em uma sinaleira, foi diminuindo até que o semáforo ficou amarelo e ele segurou até quase ficar no vermelho e arrancou com rapidez me deixando na sinaleira.

Que mente ardilosa a desta pessoa, eu fiquei com tanta raiva (na cabeça dele) que estragou meu final de semana, mal sabia ele que eu tava light e sereno como água de poço e me prestou um ótimo serviço, gerando o conteúdo deste post.
Abraço a todos e ótimo final de semana!


Luciano Lima

19 de jan de 2010

Vindo da praia

Neste final de semana fomos descansar numa praia de nudismo aqui do sul, Pinha ( que só tem pelado ).
Brincadeiras a parte tivemos dois acontecimentos que gostaria de relatar neste humilde blog com missão de mostrar aos menos interessados num trânsito mais saudável.
Ao seguir pela rodovia RS40, uma senhora resolver entrar na via de uma ruela secundária como se ali não tivesse trânsito algum, como vinha a certa velocidade como a via exige, eu deu um buzinaço e ela apavorada voltou ao lugar de origem e com uma cara muito assustada.
Fiquei pensando depois o que poderia ter acontecido se houvesse a colisão, mas isso é outra estória.
Outro acontecimento foi numa saída onde o camarada com muita pressa em um fiat, passou por um espaço a esquerda do meu carro, que não sei como conseguiu passar.
Poxa gente, 15 min de viagem a mais ou menos não é nada, a vida vale muito mais que isso.
Fica ai o recado, vamos ter mais atenção! A direção defensiva é a melhor arma que temos para nos cuidar no trânsito.

Luciano Lima

15 de jan de 2010

Novidades


A tarde estarei saindo para praia, observarei o trânsito e logo trago novidades, espero que boas porque ainda existe algumas pessoas com cortesia no transito, raras mas existes!
Atenção mulherada do trânsito tenho observado algumas mulheres, que antes eram atentas educadas, agora o transito ta transformando vcs em ogro e algumas muito mau educadas fazendo dedinho...é a treva.

6 de jan de 2010

Guerra e Trânsito

Bem eu sou nova por aqui, recebi o convite para contribuir com esse blog e fiquei muito satisfeita.Vou tentar ajudar, embora não saiba se vou dar conta do assunto.Mas eu adoro um desafio e vou tentar.Obrigada pelo convite e espero a vista de todos no meu blog também.Então vou deixar aqui meu primeiro post.Bjos de luz.



Se perguntássemos às pessoas se apreciam as guerras, certamente nos responderiam que as abominam.
No entanto, se não houvesse guerreiros, as guerras fatalmente não se realizariam.
Prova evidente disso são as guerras no trânsito, que tantas e tantas vítimas têm feito no mundo inteiro.
São pais e mães de família que, sob a aparente proteção de um veículo, sentem-se invencíveis e fazem do automóvel um tanque de guerra.

Se nós somos daqueles motoristas nervosos, sempre irritados com tudo e com todos, aliviemos um pouco o pé do acelerador e reflitamos sobre a nossa postura.
Além do inconveniente de sermos um exemplo vivo de intolerância para os que nos observam, há o agravante de fomentarmos as guerras no trânsito.
Quantos motoristas que, por falta de prudência e paciência, morrem nas rodovias, nas ruas ou calçadas, Ou fazem vítimas fatais, ou provocam sequelas irreversíveis em outras pessoas.
Já é tempo de refletirmos em torno dessas questões que a todos interessam.
É tempo de mudar o comportamento equivocado de declarar guerra aos demais motoristas que, como nós, necessitam enfrentar o trânsito cada vez mais disputado.
Se sabemos que o trânsito é lento em determinadas horas do dia, saiamos mais cedo. Calculemos melhor o tempo que levaremos para nos deslocar de um lugar a outro. E, ainda, lembremos que é melhor perder um minuto na vida do que a vida num minuto.
Antes de xingar alguém no trânsito, pensemos que talvez a pessoa mereça nossas melhores vibrações por ser alguém com dor, alguém que esteja a caminho do hospital, levando consigo um enfermo grave, uma criança ou outra dificuldade qualquer.
Seja qual for a situação, jamais nos arrependeremos por mantermos a paciência e a tolerância no trânsito.
 

4 de jan de 2010

NOTICIÁRIOS DIZEM QUE DIMINUIRAM OS ACIDENTES NAS VIAS BRASILEIRAS

Acho que este noticiário será abafado pelas tragédias acontecidas no Rio de Janeiro, especificamente em Angra dos Reis, onde casas milhornárias ficaram ilhadas e em risco por serem construidas ao pé do morro e que só tomou conta das notícias de forma tão contundente por ser uma classe alta e muito alta, se fosse em uma favela qualquer daria tanto destaque aos mortos e suas familias desesperadas?
O fato merece destaque mas a mídia ta fazendo dinheiro em cima disso com as tragédias, através da massante e exaustiva publicação na mídia.
Os acidentes diminuiram até mas a exposição da mídia marrom e escancarada não merecem minha atenção.
Cuidem o que as redes de tv's estão colocando nos seus ouvidos.